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A Rede Latino-Americana de Estudos sobre Trabalho Docente (Rede Estrado) foi criada em 1999, por uma iniciativa do Grupo de Trabalho “Educação, Trabalho e Exclusão Social” do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (Clacso). Após identificar o número crescente de pesquisas sobre trabalho docente e do número de investigadores que se dedicavam a tais estudos na América Latina, buscou-se um espaço que pudesse agregar os interessados neste campo de investigação, de modo a aglutinar os esforços e se avançar nas discussões.

Desde o princípio a Rede integrou, além de pesquisadores vinculados a universidades, também sindicalistas e membros de outros movimentos que atuam em prol da valorização docente.

O objetivo geral da Rede Estrado é contribuir para a disseminação do conhecimento sobre o trabalho docente na América Latina e, consequentemente, para a construção de políticas públicas mais assertivas, que promovam a valorização deste profissional no que tange à sua remuneração, formação e satisfação.

Atualmente a Rede está estruturada em diversos países latino-americanos e possui intercâmbio com pesquisadores de países outras regiões, como Estados Unidos, Canadá, França, Inglaterra, Espanha e Portugal.

A interação entre os investigadores se realiza continuamente pela plataforma virtual, com o uso de sites e listas de e-mails que permitem o compartilhamento e debate de pesquisas sobre a questão docente.

Periodicamente são organizadas ainda atividades presenciais, como seminários nacionais e internacionais que se constituem como importantes espaços de interlocução e têm resultado na publicação conjunta de livros e periódicos. O Seminário Internacional da Rede Estrado está em sua décima primeira edição e já foi realizado em diferentes cidades latino-americanas (Rio de Janeiro, em 1999 e 2006; Guadalajara, em 2001; Belo Horizonte, em 2002; Buenos Aires, em 2003, 2005 e 2008; Lima, em 2010; Santiago, em 2012; Salvador, em 2014).

A coordenação geral da Rede é compartilhada pelas professoras Dalila Andrade Oliveira (Brasil) e Myriam Feldfeber (Argentina).

Al identificar que el número de investigaciones sobre el trabajo docente y la cantidad de investigadores que se dedicaban a dichos estudios en América Latina estaba sufriendo un aumento considerable, aparece la necesidad de crear un espacio que pudiera reunir a los interesados en este campo de investigación, a fin de aglutinar los esfuerzos y  avanzar en las discusiones. Surge, así, La Red Latinoamericana de Estudios sobre Trabajo Docente (Red Estrado), que fue creada en 1999 por iniciativa del Grupo de Trabajo “Educación, Trabajo y Exclusión Social” del Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (Clacso).

Desde el comienzo la Red integró, además de investigadores vinculados a universidades, a sindicalistas y a miembros de otros movimientos que actúan en pro de la valorización docente.

El objetivo general de la Red Estrado es contribuir a la diseminación del conocimiento sobre el trabajo docente en América Latina y, consecuentemente, a la construcción de políticas públicas más asertivas que promuevan la valorización de este profesional en relación a su remuneración, formación y satisfacción.

Actualmente, la Red se encuentra estructurada en diversos países latinoamericanos e intercambia experiencias, también, con investigadores de países de otras regiones, como Estados Unidos, Canadá, Francia, Inglaterra, España y Portugal.

La interacción entre los investigadores se realiza continuamente por la plataforma virtual, con uso de sitios y listas de correos electrónicos que permiten compartir y debatir investigaciones sobre la cuestión docente.

Además de ello, periódicamente se organizan actividades presenciales — como seminarios nacionales e internacionales— que representan importantes espacios de interlocución y que han resultado en la publicación conjunta de libros y periódicos. El Seminario Internacional de la Red Estrado se encuentra en su décima primera edición y ya se ha realizado en diferentes ciudades latinoamericanas: Rio de Janeiro (1999 y 2006), Guadalajara (2001), Belo Horizonte (2002), Buenos Aires (2003, 2005 y 2008), Lima (2010), Santiago (2012) y Salvador (2014).

La coordinación general de la Red está a cargo de las profesoras Dalila Andrade Oliveira (Brasil) y Myriam Feldfeber (Argentina).